Na ausência física, permanece o amor.
No Dia dos Pais, o coração se enche de lembranças. Para quem já não tem seu pai fisicamente, a data traz uma mistura de saudade e gratidão. A presença paterna não se foi por completo — ela está em cada gesto, em cada conselho que ecoa na memória, no jeito de sorrir ou até no modo de enfrentar a vida.
Pais que se foram continuam vivos nos filhos e filhas: no olhar que carrega coragem, no abraço que transmite segurança, na voz , mesmo em pensamento, ainda orienta os caminhos. Os valores que ensinaram, as histórias contadas, e, as marcas do amor o tempo não apaga.
Hoje, o abraço é sentido no invisível e indizível do Ser . Laços verdadeiros não se rompem na partida — eles nos atavia de memórias doces.
A todos que carregam seu pai dentro do peito, honram nas escolhas e celebram na vida, fica meu abraço apertado e a certeza Sempre em nossos corações, nos fios e atavios das mais ternas lembranças.
Foto do meu pai, falecido em 2010 e minha sobrinha Julia.